Sabia que no japão existem três maneiras de dizer “Eu te amo”? Você diz Daisuki para seus amigos e ficantes, diz Aishiteru para um namoro mais sério e Koishiteru para a pessoa com que você quer passar o resto da sua vida. E eles seguem isso à risca. Isso é uma das coisas que eu admiro neles. Eles não banalizaram o “Eu te amo” como nós fizemos.
“Ela: Mô, tu me ama?
Ele: Amo.
Ela: Muito ou pouco?
Ele: Muito.
Ela: Me ama mais que pizza?
Ele: Não sei.
Ela: Como assim não sabe?
Ele: Ainda não te comi pra saber.”
“Entre nós dois a conversa sempre fluía espontânea. Ela falava um pouco, eu prestava atenção, e depois chegava a minha vez. Nosso diálogo era sempre assim, simples, sem esforço nenhum. Parecia que tínhamos segredos em comum. Quando se descobria um que valesse a pena, Cass dava aquela risada — da maneira que só ela sabia dar. Era como a alegria provocada por uma fogueira.”
“Ninguém é tão próximo e tão distante ao mesmo tempo. Ninguém se ama e se odeia no mesmo dia. Só nós. Por que a gente pensa igual, mas age diferente. Se eu vacilo, tu conserta e vice-versa. E assim a gente vai levando, vivendo, convivendo, aprendendo… Se amando.”
“Crescer é a sua obrigação, ninguém vem te ensinar.”
“Tesouros não são apenas ouro e prata, amigo.”
Falava que era feliz e que ia ficar do teu lado para sempre até que na primeira dificuldade disse que ja nao é como antes
Não quero que fique comigo por pena de tanto sofrer eu ja me acostumei com a dor
Eu consigo ser fria com todos, menos com você.
Eu tô precisando pra caralho de você, não me abandona.